Por Flávio Green Koff
Comemorando o acordo realizado na Faixa de Gaza, caracterizado como genocídio, lamentando todas as mortes independente de que lado, saudando a liberação dos prisioneiros penso em nosso Brasil com apenas 525 anos de existência de soberania e tantos fatos desagradáveis. Graças nenhum deles próximo ao Oriente Médio e outras nações com políticas autoritárias.
Mesmo assim, exemplificando: o presidente Getúlio Vargas suicidou-se no dia 24 de agosto de 1954, dentro do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, disparando contra si mesmo.
João Goulart, deposto pelo golpe militar de 1964, morreu em 6 de dezembro de 1976, em Mercedes, província de Corrientes, Argentina, suspeita de envenenamento não confirmada.
Juscelino Kubitschek, Em 22 de agosto de 1976, Oficialmente, o episódio foi qualificado como acidente.
Tancredo Neves não chegou a tomar posse. Faleceu em 21 de abril de 1985. Não há consenso ou prova concludente de homicídio.
Falando de impedimentos, Carlos Luz foi afastado do cargo por impeachment em 11 de novembro de 1955.
Café Filho. Após o afastamento de Carlos Luz, tentou retomar a presidência, mas foi impeached (ou “impedido”) no final de novembro de 1955.
O presidente Fernando Collor de Mello sofreu processo de impeachment que culminou em sua renúncia em 29 de dezembro de 1992. Atualmente em prisão domiciliar.
A presidente Dilma Rousseff foi destituída em 31 de agosto de 2016. Atualmente nas benesses da compensação da péssima administração.
Mais, Presidentes presos: Fernando Collor de Mello, Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro.
Também é relevante citar o caso de Miguel Arraes, que, deposto pelo golpe militar em 1964, foi preso em 1º de abril daquele ano e ficou encarcerado até maio de 1965, antes de ser libertado via habeas corpus do STF.
Uma história relevante para um País ainda gatinhando em relação a história mundial. Pior, os caminhos estão obscuros; não há clareza num destino ignorado.


